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Evolução e Experiência

§    1710 a 1715 – Aproveitando a boa qualidade das águas no sitio do Penedo e a proximidade da academia de Coimbra, tradicional consumidora de papel, foi fundado, por italianos, entre estas datas, o Engenho do Papel da Lousã com a participação do Estado. Sabe-se que um dos seus proprietários era José Maria Ottone, e que, por parte do Estado, João Neto Arnaut dirigiu a construção e instalação.

 

Desde então, nunca mais a fábrica cessou a sua actividade, não obstante ter mudado várias vezes de proprietários.  

 

  

§      10 de Junho de 1875 – Constituição da Companhia do Papel do Prado, em consequência da fusão da Fábrica do Prado em Tomar (cujo Alvará de concessão foi outorgado pelo Marquês de Pombal em 2 de Julho de 1772) sob a égide de D. José I, com a Fábrica a Lousã.

   

Acompanhando os vários estágios de evolução da indústria papeleira portuguesa, ao longo de quase 3 séculos, a Fábrica da Lousã tem sabido adaptar-se às necessidades do mercado, através de uma equilibrada combinação de experiência e inovação.  

   

 

§      Após 25 de Abril de 1974 – Ao longo da sua secular existência a empresa foi passando por diversos proprietários, sendo nacionalizada no período após o 25 de Abril de 1974, com a queda do governo Salazarista.

    

§      1999 – Data da reprivatização da empresa - venda pela Portucel a um grupo de investidores privados. 

  

§      Julho 2003 – Ocorre a cisão da Companhia do Papel do Prado, S.A., sendo constituída uma nova empresa a "Prado - Cartolinas da Lousã, S.A."  que integra a Fábrica da Lousã.

Fábrica - 1892

    

Filarmónica Operários da Fábrica-1934

    

Fábrica - 1940

 

Fábrica - 2003

  

  

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