Cultura e Valores na Gestão das Pessoas

Em sintonia com a sua missão, a Prado compromete-se a:

Desenvolver e mobilizar competências e talentos, proporcionando a existência de equipas coesas e abertas à mudança e inovação.

A promoção, divulgação e partilha da cultura da organização é feita de forma integrada junto dos novos Colaboradores, e que se baseiam nos seguintes pressupostos:

-       Ética

-       Transparência e Rigor

-       Orientação para os resultados (criação de valor)

-       Procura da melhoria contínua e da excelência

-       Abertura a novas ideias

-       Abertura à mudança

-       Aprendizagem e inovação

-       Sustentabilidade ambiental

 

O que dizem os nossos Colaboradores

São já tantos os anos de casa que posso afirmar que a fábrica faz parte da minha vida. Tudo começou na minha infância dado que foi apenas com 6 anos que vim morar com os meus pais para uma casa nas instalações da empresa, sendo o meu pai na época o encarregado de pessoal. Assim, desde que me conheço que vivo rodeado do ambiente industrial de uma fábrica de papel. Desde miúdo que me despertou o interesse pelas máquinas e o processo de fabrico, tendo mesmo assistido à entrada da primeira caldeira de vapor alimentada a fuel.

Entretanto cresci, estudei, tendo optado pelo curso industrial na área da electricidade e entrei para a fábrica com 19 anos em 1977 tendo passado pelas funções  de electricista e chefe de turno até chegar a Chefe de Fabricação em 1994, função que desempenho até hoje.

Foi um processo de crescimento conjunto ao longo destes 36 anos, de partilha de conhecimentos e em que houve uma grande contribuição das chefias para o meu desenvolvimento profissional e pessoal e o gosto por novos desafios.

Foram anos de forte investimento na empresa, de grandes mudanças, de estratégias vocacionadas para o desenvolvimento de produtos aliadas a uma forte aposta na qualidade dos mesmos. Apenas desta forma foi possível, com o empenho das administrações e dos colaboradores, alcançar o patamar em que nos encontramos hoje.

Posso hoje afirmar que é com orgulho que pertenço a esta empresa, que me viu crescer e a qual também vi crescer, e espero continuar a contribuir para alcançar os objectivos presentes e vindouros e a colocar o nome da PRADO nos quatro cantos do MUNDO.

 João Jorge Marques


 

Entrei para a ainda Companhia do Papel do Prado em 1991, vinda de um banco holandês onde trabalhei durante cerca de uma década, dado que estive vinte anos emigrada em Amesterdão na Holanda.

A transição entre a vivência e o trabalho numa grande capital europeia e a pequena vila da Lousã, no início da década de 90, foi para mim inicialmente um grande choque emocional e profissional.

No entanto, foi grande a evolução desta empresa ao longo das últimas duas décadas e ao período de choque inicial sucedeu-se um período de aprendizagem de novas formas de trabalhar e de novos desafios profissionais e pessoais. Ao longo destes anos realço a excelente relação entre colegas, o espírito de equipa e de entreajuda, sem os quais seria certamente mais difícil traçar este percurso. Por outro lado desenvolvi conhecimentos que não possuía e ganhei o gosto pela área do papel.

É com muita satisfação que faço parte desta equipa  e que contribuo diariamente para dar continuidade e crescimento a esta empresa de dimensão internacional.

Maria José da Conceição Fernandes Sério




Quando no inicio de 1987 entrei para a então, Companhia do Papel do Prado, em Lisboa, para Assistência Técnica e Planeamento, as palavras sábias do Sr. Augusto Góis, um dos responsáveis pela minha formação como técnica papeleira, fez-me acreditar ter futuro nesta empresa: “Quem aprende a gostar e sente o papel, jamais trocará esta indústria por outra”.

No inicio de 1993, com a transferência dos Serviços Comerciais e Administrativos para Tomar, subi um degrau na carreira profissional, assumindo a responsabilidade do mercado externo. Foram anos duros, de trabalho árduo, mas que me permitiram alargar conhecimentos e horizontes conquistando mais alguns mercados além fronteiras, como Turquia e Israel.

Em fevereiro de 2005 mais uma mudança e mais uma ascensão na carreira profissional. Passei a integrar a equipa Prado-Cartolinas da Lousã, S.A., como Diretora Comercial.  

É um projeto repleto de motivação pelo contato com os clientes de todos os continentes, contando com o apoio incondicional de todos os colegas que com o seu saber, dinâmica, profissionalismo e poder de inovação, tornam possível acreditar que uma empresa já centenária terá pela frente um grande futuro, resistindo a crises e/ou condições adversas.

Filomena Teixeira
 


 

25 anos a cooperar no projeto da PRADO

Aproveitando a oportunidade de partilhar a minha experiencia e vivência pelos 25 anos de percurso na PCL, faço-o com muito orgulho na pessoa de um dos colaboradores da empresa na área da manutenção elétrica.

Admitido em agosto de 1988, na então Companhia Papel do Prado (CPP) e conhecendo-a apenas pela excelente reputação pública, facilmente concluí que a reputação de uma indústria acima da média derivava de um projeto de gerações, com uma história que sempre motivou os seus colaboradores.

É certo que quando ingressei na CPP já tinha 14 anos de atividade laboral, deixando para trás algumas vicissitudes de vida na procura de estabilidade profissional e económica. Perante essa determinação, a CPP foi a porta ideal para atingir os objetivos traçados: vontade de aprender e uma firme determinação em corresponder às exigências a que todo o colaborador está sujeito.

Recordo como foi fácil integrar a minha juventude a esta nova realidade, tendo a noção que nunca me senti deslocado e muito menos isolado, encontrando na equipa de trabalho pessoas amigas e prontas a cooperar.

Na verdade, a energia pessoal quando correspondida nunca se esgota, principalmente quando se dinamiza em torno de um objetivo comum, como no caso concreto do projeto que sempre identificou a Prado.

Parece que foi ontem que ingressei mas, neste entretanto, já passaram 25 anos, fazendo com que a empresa se tenha tornado parte integrante da minha vida, criando de forma natural laço de união e de afeto. Posso dizer que me sinto honrado por fazer parte dos seus colaboradores que anseiam pelo sucesso de ambas as partes.

Agora, e dentro do mesmo espaço físico de outrora mas designado como Prado Cartolinas da Lousã (PCL), o reforçar das novas tecnologias, inovação e o investimento pessoal, parece-me ser a grande diferença do passado, permitindo desta forma dar ao presente sustentabilidade para que o futuro não perca o seu horizonte de confiança, através da competitividade, sempre com um olhar sobre o ambiente.

Nesta fase da vida em que a generalidade dos rendimentos fica aquém das expetativas, há que ter a sabedoria em potenciar o que temos e o que somos, ficando a certeza de que a Prado manterá a sua história de sucesso.

Perante este pequeno retalho de vida que reflete uma imensidão de noites e dias de trabalho, se hoje tivesse de tomar a mesma atitude como à 25 anos atrás, fá-lo-ia com a mesma confiança e determinação.

Joaquim Seco